Para o médico que atende em consultório próprio, sozinho ou com uma secretária, em São Paulo: a rotina financeira do consultório organizada, com o dinheiro da pessoa física separado do da empresa.
Em resumo
O médico que atende em consultório próprio costuma acumular duas funções que não escolheu: além de atender, ele paga o aluguel da sala, a secretária, o sistema de agenda e os materiais, confere se o convênio pagou as consultas do mês e tenta separar o que é dinheiro do consultório e o que é dinheiro da família. Quando atende como pessoa física, ainda precisa emitir um recibo pelo Receita Saúde para cada pagamento recebido de pessoa física, obrigação em vigor desde 1º de janeiro de 2025 pela Instrução Normativa RFB 2.240/2024. Quando atende por uma empresa, precisa emitir nota fiscal de serviço e manter a conta da pessoa jurídica separada da conta pessoal. O BPO financeiro da Gonçalves Contabilidade assume essa rotina: lança e agenda as contas do consultório, concilia os recebimentos de pacientes particulares e de convênios, acompanha os repasses, organiza os comprovantes e entrega um relatório mensal com o resultado do consultório e o que sobra para retirada.
É a terceirização da rotina financeira do consultório para uma equipe externa. A Gonçalves recebe os documentos, registra entradas e saídas, concilia as contas e mostra ao médico, todo mês, quanto o consultório faturou, quanto custou e quanto pode ser retirado.
A diferença para a contabilidade é de função: o BPO organiza o dinheiro do dia a dia; a contabilidade apura os tributos, a folha da secretária e as obrigações. Os dois serviços podem ficar no mesmo escritório, o que reduz o retrabalho de mandar o mesmo documento duas vezes.
Como pessoa física, o médico emite pelo Receita Saúde o recibo de cada pagamento recebido de pessoa física e apura o imposto de renda mensal pelo carnê-leão. O BPO organiza os recebimentos por paciente, guarda os recibos e separa as despesas do consultório que a legislação admite no livro-caixa. Com CNPJ, a receita é da empresa: cada atendimento gera nota fiscal de serviço, os recebimentos entram na conta da pessoa jurídica e o médico retira pró-labore e lucros distribuídos. Misturar as duas contas é um problema comum. A escolha entre um modelo e outro, e do regime tributário da empresa, depende de simulação com os números do próprio médico. Na prática, o primeiro mês de BPO costuma ser dedicado a essa separação: abrir ou regularizar a conta da empresa, definir o que é despesa do consultório e combinar uma data fixa para a retirada do médico. As regras de emissão estão no manual do Receita Saúde da Receita Federal (versão 2.1, consulta em 03/11/2026).
No consultório, o convênio paga dias ou semanas depois do atendimento, com glosas e descontos que nem sempre aparecem no aviso de pagamento. O BPO compara o que foi atendido com o que foi pago, aponta as diferenças e registra o que precisa ser recorrido junto à operadora, para que o médico decida o que vale contestar.
Abaixo está o escopo padrão do serviço. O contrato define o que entra, a frequência de cada entrega e quem aprova cada etapa, e o escopo pode crescer conforme a empresa e o volume de lançamentos aumentam.
O trabalho começa por um diagnóstico sem custo e segue um roteiro fixo, para que o sócio saiba o que esperar em cada fase e quem é o responsável por cada entrega do lado da Gonçalves e do lado da empresa.
Levantamento de contas bancárias, formas de recebimento, convênios e despesas do consultório.
Conta do consultório separada da conta pessoal e calendário fixo de pagamentos.
Lançamentos, agendamentos e conciliação, com recibos e notas organizados por mês.
Resultado do mês, repasses pendentes e valor disponível para retirada.
Serve. O serviço é dimensionado pelo volume de lançamentos, e um consultório com um médico e uma secretária costuma ter uma rotina mais simples que a de uma clínica com equipe. O diagnóstico mostra o escopo adequado.
Sim. Desde 1º de janeiro de 2025, a Instrução Normativa RFB 2.240/2024 obriga o profissional de saúde que atende como pessoa física a emitir pelo Receita Saúde o recibo de cada pagamento recebido de pessoa física. Quem atende por meio de uma empresa emite nota fiscal de serviço.
Depende do faturamento, das despesas e da forma de atendimento de cada médico. A comparação entre pessoa física e empresa, e entre os regimes tributários, é feita com os números reais em simulação, sem resposta pronta.
O médico, no aplicativo do banco. A equipe da Gonçalves agenda e confere os documentos, e não movimenta a conta sozinha.
Sim. A rotina é remota, e o atendimento vale para consultórios na capital e na Grande São Paulo, com reuniões por vídeo ou presenciais combinadas.
Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual da sua operação. Elaborado sob o Código de Ética Profissional do Contador (NBC PG 01). Leis e alíquotas citadas foram conferidas em 03/11/2026 e podem mudar, em especial durante a transição da reforma tributária.
No diagnóstico sem custo, olhamos contas, recebimentos e convênios e mostramos como ficaria a rotina do seu consultório. Atendemos pelo (11) 2218-6640, pelo WhatsApp ou pelo formulário de contato.