Auditoria e Compliance

Auditoria e Compliance Contábil em São Paulo

Revisão contábil independente de demonstrações, compliance fiscal e tributário, due diligence para M&A e captação, e revisão de procedimentos e controles internos. Atendimento para médias e grandes empresas que precisam de números confiáveis antes de captar, vender ou receber um novo sócio — com escopo definido de forma transparente.

Em resumo

Revisão contábil, compliance e due diligence — com escopo dito de frente

Auditoria e compliance contábil, em São Paulo, reúnem os trabalhos de conferência e conformidade que uma empresa contrata quando seus números vão ser examinados por um terceiro — investidor, comprador, banco ou órgão regulador. É importante distinguir escopos: a auditoria independente estatutária das demonstrações contábeis, que resulta em parecer com fé pública, é atividade privativa de auditor independente registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade, conduzida sob as NBC TA. O que a Gonçalves Contabilidade entrega é revisão contábil, compliance fiscal e tributário, due diligence contábil e revisão de controles internos — a conferência estruturada dos números e das obrigações, sem emissão de parecer de auditoria independente. Quando o caso exige o parecer estatutário, indicamos ou trabalhamos ao lado de auditor independente registrado, com transparência sobre onde termina o nosso escopo.

O que é auditoria e compliance contábil

Auditoria e compliance contábil é o conjunto de trabalhos de verificação independente e conformidade que confirmam se as demonstrações contábeis, os procedimentos e as obrigações de uma empresa estão corretos e confiáveis. Abrange a revisão contábil das demonstrações, o compliance fiscal e tributário (conformidade das obrigações principais e acessórias), a due diligence contábil em operações societárias e a revisão de procedimentos e controles internos. O objetivo comum é dar segurança a quem decide com base nos números — o próprio sócio, um investidor, um comprador ou um banco.

É preciso separar dois níveis. A auditoria independente das demonstrações, que produz um parecer com fé pública, é atividade regulada: exige auditor registrado na CVM e no CNAI do CFC, atuando sob as Normas Brasileiras de Contabilidade de auditoria (NBC TA) e com independência formal em relação à empresa auditada. Já a revisão contábil, o compliance e a due diligence são trabalhos de conferência que não emitem esse parecer, mas identificam inconsistências, riscos e correções necessárias. A Gonçalves atua neste segundo nível e, quando o parecer estatutário é exigido, indica ou trabalha junto ao auditor independente registrado — sem prometer o que está fora do seu escopo.

Análise de demonstrações contábeis e documentos financeiros em mesa de reunião

Para quem é este atendimento

  • Empresas em captação de investimento — negócios que vão receber aporte e precisam de números conferidos e organizados para a diligência do investidor.
  • Operações de M&A e entrada de sócio — empresas em processo de compra, venda ou reorganização societária que exigem due diligence contábil.
  • Médias e grandes empresas — operações com faturamento relevante que buscam revisão periódica das demonstrações e conformidade fiscal.
  • Exigência de banco ou credor — empresas que precisam apresentar demonstrações revisadas para acesso a crédito ou renegociação.
  • Crescimento e estruturação de controles — negócios que cresceram rápido e precisam organizar procedimentos e controles internos antes que a informalidade vire risco.

Para empresas que buscam exclusivamente o parecer de auditoria independente estatutária — companhias abertas ou entidades legalmente obrigadas —, o trabalho precisa ser conduzido por auditor registrado na CVM e no CNAI/CFC; nesse caso, atuamos no suporte e na preparação, e indicamos o profissional habilitado. Avaliamos o escopo real com transparência antes de propor qualquer trabalho.

Qual a diferença entre auditoria independente e revisão contábil?

Esta é a distinção mais importante desta página, e preferimos deixá-la explícita. Os dois trabalhos partem dos mesmos números, mas têm natureza, exigência legal e efeito diferentes.

Auditoria independente das demonstrações. É um trabalho normatizado que resulta em opinião formal — o parecer — sobre se as demonstrações refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira da empresa. Segue as NBC TA, exige nível de segurança razoável e independência formal do auditor, e é atividade privativa de profissional registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) do CFC. É obrigatória para companhias abertas e para determinadas entidades por força de lei.

Revisão contábil. É a verificação estruturada dos registros, demonstrações, controles e obrigações, com o objetivo de identificar inconsistências, riscos e correções — sem emitir parecer com fé pública. Atende à maioria das médias empresas que não têm obrigação estatutária de auditoria, mas precisam confirmar a saúde dos números antes de uma captação, venda ou entrada de sócio.

A Gonçalves Contabilidade atua no campo da revisão, do compliance e da due diligence. Quando a operação exige o parecer estatutário de auditoria independente, dizemos isso de frente e trabalhamos em conjunto com auditor registrado — nunca apresentamos revisão como se fosse auditoria independente. Esta explicação é geral; o escopo adequado depende da exigência concreta de cada caso.

O que o compliance fiscal e tributário verifica?

Compliance fiscal é a conformidade das obrigações tributárias — principais e acessórias — com a legislação vigente. Na prática, é a conferência sistemática de que a empresa apura corretamente os tributos do seu regime, entrega as declarações no prazo e recolhe o que deve, nem mais nem menos.

O trabalho examina a apuração dos tributos conforme o regime (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real), a entrega do SPED — ECD, ECF, EFD-Contribuições e EFD-ICMS/IPI —, a DCTF, as retenções na fonte e as guias de recolhimento. Verifica divergências entre o que foi declarado e o que foi efetivamente pago, confronta a escrituração com os arquivos transmitidos ao Fisco e checa a consistência entre notas fiscais eletrônicas, livros de apuração e obrigações acessórias. Levanta créditos que a empresa deixou de aproveitar — como créditos de ICMS, de PIS e de COFINS no regime não cumulativo — e mapeia riscos de autuação antes que virem passivo. Com a Reforma Tributária (Emenda Constitucional nº 132/2023 e Lei Complementar nº 214/2025), o compliance passa a incluir também o acompanhamento da adequação a IBS e CBS ao longo da transição, que se estende de 2026 a 2033. O objetivo não é apenas evitar multa, mas garantir que a empresa suporte o exame de um terceiro sem surpresas.

Quando a empresa precisa de due diligence contábil?

Due diligence contábil é a análise aprofundada dos números e das obrigações de uma empresa antes de uma operação em que um terceiro vai decidir com base nesses números. Ela costuma ser necessária em quatro momentos: fusão ou aquisição (M&A), captação de investimento, entrada ou saída de sócio e concessão de crédito relevante por banco.

O trabalho confirma a consistência das demonstrações, mapeia passivos tributários e trabalhistas, verifica contingências e contratos, e avalia se há riscos ocultos que possam alterar o valor ou as condições do negócio. Do lado de quem vende ou capta, a due diligence antecipada — feita antes de abrir os números ao investidor — permite corrigir o que estiver errado e chegar à mesa de negociação com credibilidade. Do lado de quem compra ou investe, ela reduz o risco de assumir passivos não declarados. Em ambos os casos, a regra é a mesma: quanto mais cedo os números forem conferidos, menor a chance de a operação travar no fechamento por uma inconsistência que poderia ter sido tratada com antecedência.

O que entregamos

Revisão contábil de demonstrações

Conferência estruturada do Balanço Patrimonial, da DRE e das demais demonstrações, com identificação de inconsistências, ajustes necessários e pontos de atenção — sem emissão de parecer de auditoria independente estatutária.

Compliance fiscal e tributário

Verificação da apuração de tributos, do SPED (ECD, ECF, EFD-Contribuições, EFD-ICMS/IPI), da DCTF, das retenções e das guias, com mapeamento de risco de autuação e de créditos não aproveitados.

Due diligence contábil

Análise dos números e passivos para M&A, captação, entrada de sócio ou crédito bancário — consistência das demonstrações, passivos tributários e trabalhistas, contingências e contratos.

Revisão de controles internos

Avaliação de procedimentos, conciliações, segregação de funções e fluxo de aprovações — a origem mais comum de erro, retrabalho e risco de fraude, e um dos primeiros pontos examinados por investidor ou comprador.

Preparação para auditoria independente

Organização dos números, papéis de trabalho e controles para a auditoria estatutária, atuando em conjunto com o auditor independente registrado quando o parecer é exigido pelo investidor ou pela lei.

Diagnóstico de adequação à Reforma

Verificação da preparação da empresa para IBS e CBS na transição — mapeamento de impactos, ajustes de apuração e de sistemas, tratado com dados e sem promessa de neutralidade de carga.

Relatório de achados e recomendações

Documento com os pontos identificados, o grau de risco de cada um e as recomendações de correção — base objetiva para o sócio decidir prioridades antes de uma operação.

Por que revisar controles internos se a contabilidade está em dia?

Escrituração em dia não é o mesmo que processos confiáveis. A contabilidade registra o que aconteceu; os controles internos determinam se o que aconteceu está correto na origem. Quando os processos que alimentam a contabilidade são frágeis, o número final pode estar em dia formalmente e errado na substância.

A revisão de procedimentos e controles internos avalia como a informação nasce e circula na empresa: segregação de funções entre quem aprova e quem executa, conciliações bancárias e de estoque, controle de contas a pagar e a receber, e rotina de aprovação de pagamentos. Falhas nesses pontos são a origem mais frequente de erro, retrabalho e exposição a fraude — e estão entre os primeiros itens que um investidor ou comprador examina em uma diligência. Corrigir controles antes de uma captação ou venda reduz risco real e aumenta a credibilidade dos números apresentados. Este é um trabalho de organização e conferência, não uma certificação formal de auditoria independente.

Perguntas Frequentes

A Gonçalves faz auditoria independente estatutária?

É preciso distinguir dois escopos. A auditoria independente estatutária das demonstrações contábeis — exigida de companhias abertas e de determinadas entidades por lei — só pode ser emitida por auditor independente registrado na CVM e no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) do CFC, com o parecer regido pelas NBC TA. O que a Gonçalves entrega é revisão contábil, compliance fiscal e due diligence: conferência das demonstrações, dos procedimentos e das obrigações, sem emissão de parecer de auditoria independente com fé pública. Quando o caso exige o parecer estatutário, indicamos ou trabalhamos em conjunto com auditor independente registrado.

Qual a diferença entre auditoria independente e revisão contábil?

A auditoria independente é um trabalho normatizado que resulta em opinião formal (parecer) sobre se as demonstrações contábeis refletem adequadamente a posição da empresa, com nível de segurança razoável e independência exigida pelas normas do CFC e da CVM. A revisão contábil é uma verificação estruturada dos registros, demonstrações, controles e obrigações, com objetivo de identificar inconsistências, riscos e oportunidades de correção — sem emitir parecer com fé pública. Para a maioria das médias empresas que não têm obrigação estatutária de auditoria, a revisão contábil atende à finalidade de conferir a saúde dos números antes de uma captação, venda ou entrada de sócio.

O que é due diligence contábil e quando ela é necessária?

Due diligence contábil é a análise aprofundada dos números e das obrigações de uma empresa antes de uma operação relevante: fusão ou aquisição (M&A), captação de investimento, entrada ou saída de sócio, ou concessão de crédito por banco. O objetivo é confirmar a consistência das demonstrações, mapear passivos tributários e trabalhistas, verificar contingências e reduzir surpresas no fechamento do negócio. É recomendada sempre que um terceiro — investidor, comprador ou instituição financeira — vai tomar decisão com base nos seus números.

O que a Gonçalves verifica em um trabalho de compliance fiscal?

O compliance fiscal e tributário verifica se as obrigações principais e acessórias estão sendo cumpridas de forma correta e tempestiva: apuração dos tributos conforme o regime, entrega de SPED (ECD, ECF, EFD-Contribuições, EFD-ICMS/IPI), DCTF, retenções, guias e demais declarações. Inclui a conferência de créditos e débitos, a checagem de divergências entre o que foi declarado e o que foi recolhido, e a identificação de riscos de autuação. Na transição da Reforma Tributária, o compliance passa também a acompanhar a adequação a IBS e CBS.

Empresa em captação precisa de auditoria ou de revisão contábil?

Depende da exigência de quem investe. Fundos e investidores institucionais costumam exigir demonstrações auditadas por auditor independente registrado; nesse caso, a Gonçalves organiza os números e os controles para a auditoria e trabalha junto ao auditor independente. Investidores-anjo, aceleradoras e bancos, em muitos casos, aceitam uma revisão contábil e uma due diligence que confirmem a consistência dos números. O primeiro passo é entender o que o investidor exige e, a partir disso, definir se o escopo é revisão, due diligence ou preparação para auditoria independente.

Por que revisar controles internos se a empresa já tem contabilidade?

Ter escrituração em dia não garante que os processos que alimentam a contabilidade sejam confiáveis. A revisão de procedimentos e controles internos avalia como as informações nascem e circulam na empresa — segregação de funções, conciliações, aprovação de pagamentos, controle de estoque e de contas a receber. Falhas de controle interno costumam ser a origem de erros, retrabalho e risco de fraude, e são um dos primeiros pontos que um investidor ou comprador examina. Corrigir controles antes de uma operação reduz risco e aumenta a credibilidade dos números.

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Igor Gonçalves, sócio-contador da Gonçalves Contabilidade

Por Igor Gonçalves — Sócio-Contador e Responsável Técnico (CRC-SP)

Conteúdo revisado e validado pelo responsável técnico do escritório

Formado em Ciências Contábeis pela FECAP, pós-graduado pela FIPECAFI, registrado no CRC-SP sob o nº 2SP016547. À frente da Gonçalves Contabilidade desde 2018, escritório fundado por Sebastião Gonçalves em 1991. Conheça a história da Gonçalves ou fale direto com o nosso time: (11) 2218-6640.

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Aviso. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consultoria contábil ou tributária individual. A auditoria independente estatutária das demonstrações contábeis é atividade privativa de auditor independente registrado na CVM e no CNAI do Conselho Federal de Contabilidade; a Gonçalves Contabilidade presta serviços de revisão contábil, compliance, due diligence e revisão de controles internos, sem emissão de parecer de auditoria independente com fé pública, indicando ou atuando em conjunto com auditor registrado quando o parecer é exigido. Normas, alíquotas e regras citadas refletem a legislação vigente na data de publicação e podem ser alteradas, em especial durante a transição da Reforma Tributária. Em conformidade com o Código de Ética Profissional do Contador (NBC PG 01), não há promessa de resultado nem garantia de aprovação, economia ou conformidade sem avaliação prévia do caso concreto.